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O IPCA-15 de julho registrou variação de 0,33%, acima da taxa de 0,18% registrada em junho. Em julho de 2011, o IPCA-15 foi de 0,10%. No acumulado de 12 meses, a variação chega a 5,24%. O acumulado do ano é de 2,91%.
Calculado pelo IBGE, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 é uma prévia do IPCA do mês, usado pelo governo como inflação oficial. Para o presente cálculo, os preços foram coletados entre 14 de junho e 13 de julho, e comparados com aqueles vigentes entre 15 de maio e 13 de junho. O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos de 11 localidades.
Na prévia de julho, os grupos alimentação e bebidas e despesas pessoais apresentaram as maiores taxas. Os alimentos continuaram subindo, passando dos 0,66% em junho para 0,88% em julho. O clima adverso prejudicou a lavoura de diversos produtos, destacando-se o tomate, cujos preços já haviam subido 19,48% em junho e ficaram 29,30% ainda mais altos em julho. Em função do clima, outros alimentos tiveram aumentos expressivos:
cenoura: -1,11% para 13,63% batata inglesa: 6,70% para 11,78% pão francês: 0,14% para 1,67%
No grupo das despesas pessoais o resultado foi 0,92% em julho, a maior alta de grupo no mês. O destaque foi o item “empregado doméstico”, com variação de 1,37% ante 0,60% no mês anterior.
As variações dos grupos de despesa nos últimos três meses e nos últimos 12 meses:
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Grupos |
Maio |
Junho |
Julho |
12 meses |
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Alimentação e Bebidas |
0,62% |
0,66% |
0,88% |
7,99% |
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Habitação |
0,81% |
0,53% |
0,41% |
6,76% |
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Artigos de Residência |
-0,16% |
-0,28% |
0,19% |
-1,38% |
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Vestuário |
0,97% |
0,66% |
0,39% |
6,76% |
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Transportes |
-0,27% |
-0,77% |
-0,59% |
0,49% |
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Saúde e Cuidados Pessoais |
0,93% |
0,43% |
0,37% |
6,02% |
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Despesas Pessoais |
1,32% |
0,34% |
0,92% |
9,40% |
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Educação |
0,00% |
0,05% |
0,10% |
7,27% |
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Comunicação |
0,23% |
-0,14% |
0,14% |
0,78% |
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Geral |
0,51% |
0,18% |
0,33% |
5,24% |
Entre os 11 índices regionais, o mais elevado foi de Porto Alegre (0,63%), onde a alta do grupo alimentação e bebidas chegou a 1,66%. O menor índice foi registrado em Fortaleza (0,09%), influenciado pela baixa em energia elétrica (-5,81%).
Os resultados dos 11 locais investigados nos últimos três meses e no acumulado do ano:
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Localidades |
Maio |
Junho |
Julho |
No ano |
|
Porto Alegre |
0,78% |
-0,12% |
0,63% |
2,83% |
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Rio de Janeiro |
0,16% |
0,11% |
0,53% |
3,68% |
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Curitiba |
0,56% |
0,04% |
0,51% |
2,65% |
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Salvador |
0,80% |
0,53% |
0,42% |
3,31% |
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Brasília |
0,23% |
0,12% |
0,39% |
2,51% |
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Goiânia |
0,35% |
0,33% |
0,37% |
2,16% |
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Belo Horizonte |
0,65% |
0,34% |
0,24% |
3,60% |
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São Paulo |
0,50% |
0,10% |
0,19% |
2,32% |
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Belém |
0,44% |
0,47% |
0,18% |
3,39% |
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Recife |
0,58% |
0,48% |
0,17% |
3,83% |
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Fortaleza |
0,57% |
0,08% |
0,09% |
2,63% |
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Brasil |
0,51% |
0,18% |
0,33% |
2,91% |
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